Future Designer laptop - ROLLTOP //Diploma Thesis//
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Lisbon - City of Wind and Light
"Letting the wind cool, Working with the ambient and direct light, Creating a new urban life style. Movie showing a thick approach to city planning, urbanism and landscape architecture.
Final presentation movie for Thickminimal Studio at UPenn School of Design Landscape Architecture Department from Tiffany Marston and Katherine Martin. " in http://www.youtube.com/user/thickminimal
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esame di estetica - animazione 3D - LANDSCAPE#2 -
Fica, sobretudo, uma visão de futuro da organização de espaço urbano utilizando como ponto de partida linhas da natureza numa "coisa" que se designa pomposamente por l"andform architecture". Não sei bem o que isso é ou pretende ser.
Mas que dá que pensar, dá.
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SOM
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PRINCIPE REAL LISBOA

"Vai para duas semanas que os moradores da zona do Príncipe Real, em Lisboa, vêem com preocupação o desaparecimento diário de árvores do Jardim França Borges, normalmente chamado de Jardim do Príncipe Real. Aquilo que para uns é uma requalificação deste espaço, para outros é "um atentado ao património da cidade".
"O que se está a fazer é um projecto de reabilitação e restauro que preservará o traço histórico e toda a identidade romântica do jardim", garantiu ao DN fonte oficial do Pelouro de Espaços Verdes da Câmara Municipal de Lisboa (CML), adiantando que a intervenção, que rondará 380 mil euros, deverá ficar concluída dentro de quatro meses.
De acordo com a mesma fonte, está prevista a substituição (não o abate, frisa) de meia centena de árvores em todo o jardim (já foram a baixo cerca de 30), mas nenhuma delas é histórica ou classificada como já alertou a CDU. Numa nota à comunicação social, a coligação chamou a atenção para o facto de a "CML se preparar para abater árvores históricas no Príncipe Real", sendo, diz o documento, alguns dos exemplares classificados.
A CML assegura que as árvores que estão a ser cortadas, "estão doentes e era inevitável a sua substituição". A fonte da autarquia diz que o arvoredo é constituído, essencialmente, por choupos com 20/30 anos que se fazem parte do alinhamento do jardim e seis robínias que se encontram junto ao lago e que serão substituídas por outras árvores da mesma espécie. A CML garantiu ainda que, após a intervenção, o Jardim do Príncipe Real "ficará com tantas ou mais árvores do que as que já tem".
Mas para Paulo Ferrero, do Fórum Cidadania Lx, o que se está a passar é "inqualificável" e um "atentado ao património da cidade". Este cidadão não acredita que haja tantas árvores doentes e gostaria que essa análise fosse feita por pessoal "qualificado para tal e não pelos técnicos da câmara". "A câmara tem um protocolo com o Laboratório de Patologia Vegetal Veríssimo de Almeida, porquê que não faz uso dele para analisar o estado das árvores?", sugere.
Também o presidente da Junta de Freguesia das Mercês, Alberto Bento, diz não ser especialista na avaliação de árvores, mas garante: "Não vamos aceitar que abatam árvores e não plantem outras no seu lugar, como nos foi prometido."(ISALTINA PADRÃO IN DN PORTUGAL)
link: DN PORTUGAL
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TRIENAL DE ARQUITECTURA LISBOA
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2009 ASLA PROFESSIONAL AWARDS
2009 ASLA Landmark award: PEPSICO WORLD HEADQUARTERS
REALIDADE AUMENTADA NA ARQUITECTURA PAISAGISTA
Ok então passemos para o que interessa.
Como sabem tenho-me dedicado ao estudo de aplicações que permitam não só ajudar o Arquitecto Paisagista a desenvolver o seu trabalho de maneira mais eficaz e com o menor tempo possível.
Até aqui tudo bem e podem ver os inúmeros programas que já coloquei aqui no blog e fórum.
Mas existe algo que nos falta a nós Arquitectos Paisagistas, como pegar nesse trabalho e mostra-lo, seja ao cliente seja a outras pessoas. Muitas vezes é difícil mostrar a nossa ideia , as nossas modelações a relação do exterior, com o edificado etc.
O desenho á mão levantada é a melhor ferramenta para o Arquitecto Paisagista, mas é aquilo e mais nada , é um desenho que por si só é limitado.
Como temos que maximizar o tempo, quando fazemos por exemplo um modelo em três dimensões não o podemos fazer só porque queremos fazer um render, e ponto final, temos que o usar para outras coisas, tirando partido do trabalho árduo que é modelar.
O que vos vou mostrar hoje é uma ferramenta nova (porque está a ser usada agora, mas existe á muito tempo), e que permite ao cliente perceber melhor e em tempo real, como está a ficar o seu projecto. Mas passemos agora á acção.
O que vos vou mostrar chama-se Realidade Aumentada, também chamada RA. Mas o que é isso da RA? “Realidade Aumentada (RA) é uma linha de pesquisa dentro da ciência da computação que lida com integração do mundo real e elementos virtuais ou dados criados pelo computador.” (Wikipédia).
Por outras palavras é a mistura do mundo real com o mundo virtual.
Como funciona? A realidade aumentada funciona como um código de barras, vocês apontam o saco com bananas para um visor ele lê o código de barras e associa esse código a um valor e a um produto.
Como podem ver já começam a perceber como que esta técnica trabalha com base em bases de dados muito complexas.
E vocês perguntam-se como podemos usar algo parecido na arquitectura paisagista? Durante muito tempo foi difícil criar um meio de ligação do mundo virtual com o real, mas com a criação da ferramenta ARToolKit, com base em linguagem c++ , tudo se começou a compor.

È claro que programar em c++ não é pera doce principalmente para os arquitectos paisagistas que não tem tempo para nada.Foi então que se interpretou o código do ARToolKit para algo mais simples como a linguagem java e fez-se o FLARToolkit.Como podem ver as coisas tendem sempre para a simplificação.
Com a passagem do c++ para java, muitas aplicações começaram a aparecer e a maior parte delas na internet. Muitas empresas começaram a ver a realidade aumentada como um novo meio de publicidade e de chegar ao cliente de uma forma rápida e divertida.
Passemos isto agora para a arquitectura paisagista. No mundo dos softwares ligados á modelação de projectos de arquitectura paisagista começou a aparecer também a realidade aumentada com o Armedia com plugin pago para o sketchup.
Falo no sketchup porque noventa por cento dos Arquitectos Paisagistas usa o software, mas podem encontrar a RA em outros softwares. A visualização dos nossos projectos passa assim para outro nível de visualização e interactividade, tanto para nós como para o cliente.
Imaginemos fazer um terreno e mostra-lo ao nosso cliente como vos mostro neste vídeo.
Mas como podemos nós fazer realidade aumentada sem grandes conhecimentos.Graças ao desenvolvimento de aplicações cada vez mais simplicadas, podemos agora, mas de uma maneira ainda um pouco limitada passar os nossos projectos para a RA.
Vou mostrar um exemplo. Sigam os passos que vou indicar aqui.
1- imprimam este pdf: http://ezflar.com/PDFs_EZFlar/1.pdf
2 – entrem neste link : http://www.ezflar.com/gen/16656 - e cliquem em permitir (funciona melhor com o internet explorer;
3- esperem uns minutos e deve aparecer o símbolo do land 4us
Gostaram ? Ok então como podem fazer o mesmo.
Basta irem aqui http://ezflar.com/gen e seguirem os passos.
Neste momento o site suporta o upload de alguns formatos, também 3d , como o collada, e imagens.
Com o aparecimento desta nova forma de ver as coisas, muita coisa vai mudar num futuro próximo.
Espero que tenham gostado , mas aquilo que vos mostrei è simplesmente a maneira simples de encarar a realidade aumentada, porque é um mundo muito complexo e aliciante.
Deixo aqui alguns vídeos para acabar.
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ESPACIOS VERDES PUBLICOS

Interessante.
INOV-ART Bolsas de Estágio no estrangeiro
As candidaturas para a segunda edição do Programa INOV-Art abriram no dia 16 de Novembro e terminam a 08 de Janeiro de 2010. Iniciativa do Ministério da Cultura coordenada pela Direcção-Geral das Artes (DGArtes), este Programa contempla a atribuição de 200 bolsas para a realização de estágios profissionais internacionais nas seguintes áreas: Arquitectura e Urbanismo; Artes Performativas; Artes Visuais; Cinema e Audiovisual; Cruzamentos Artísticos; Design; Escrita e Edição; Gestão, Indústrias Criativas e Marketing; Património; Serviços Educativos e Actividades Artísticas em Meio Educativo.
As bolsas de estágio atribuídas por este Programa, criadas com o objectivo de apoiar estágios profissionais em instituições internacionais de referência, têm uma duração de três a nove meses e destinam-se a jovens entre os 18 e 35 anos de idade, com qualificações ou aptidões reconhecidas no domínio cultural e artístico. Este Programa visa o aprofundamento das competências de jovens profissionais na área da cultura e a aposta na sua futura inserção profissional.
O Regulamento Geral da medida INOV-Art, assim como o Regulamento de Execução para a segunda edição estão disponíveis para consulta em www.dgartes.pt, a partir do dia 16 de Novembro. As candidaturas, apenas possíveis por via electrónica, devem ser submetidas no mesmo sítio da internet.
Na primeira edição, o Programa INOV-Art proporcionou 229 estágios em 84 cidades, de 27 países do mundo inteiro.
Contacto:
Direcção-Geral das Artes
Programa INOV-Art
inov-art@dgartes.pt
Tel. 211 50 71 29 (disponível todos os dias úteis, das 10h às 13h, durante o período de candidaturas)
www.dgartes.pt
Roberto Burle Marx 100 anos: a permanência do instável
cartaz da exposiçãoA revista Topos publica um artigo sobre uma retrospectiva (em Berlim) do trabalho (1909-1994) daquele inspirador artista brasileiro (um dos maiores paisagistas do nosso século, distinguido e premiado internacionalmente que foi também, desenhador, pintor, tapeceiro, ceramista, escultor, pesquisador, cantor e criador de jóias, sensibilidades que conferiram características específicas a toda a sua obra), intitulada "Roberto Burle Marx 100 anos: a permanência do instável".
Pode ler-se naquele artigo "(...) A retrospective on the work of Roberto Burle Marx (1909-1994) is due to open soon in Berlin to mark the 100th anniversary of the birth of the Brazilian artist and landscape architect. Titled Art and Landscapes and curated by Lauro Cavalcanti, the exhibition, which has already been shown at the Paço Imperial Centro Cultural do IPHAN in Rio de Janeiro and at the Museu de Arte Moderna in São Paulo, will provide an overview of the complex artistic work of Burle Marx, who is regarded as one of the greatest landscape architects of the 20th century and creator of the modern idiom in global landscape architecture. Exhibits will include drawings and gouaches on his landscape architecture projects, sketches for set designs and costumes, paintings on canvas and fabric and numerous pieces of jewellery. A total of 123 private gardens and 117 public space projects will also be on view on three screens (photo: Garden Banco Safra - São Paulo 1983)."
A exposição começa a 8 de Dezembro e prolonga-se até 6 de Fevereiro, na Embaixada Brasileira em Berlim, mais especificamente na Wallstraße 57, Berlin.

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Eco4Planet

É um motor de busca eminentemente ecológico.
O objectivo desta iniciativa é simples: usar este motor de busca e, em simultâneo, contribuir para o meio ambiente, através do financiamento da plantação de uma árvore por cada 50.000 buscas realizadas, cujo plantação efectiva pode ser acompanhada via twitter.
Mais simples não há. Toca a usar. É por uma boa causa.
Link para motor de busca: http://www.eco4planet.com/pt Exo4planet/
Link para o blogue: http://blog.eco4planet.com/
Link para o twitter associado: http://twitter.com/eco4planet
CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA

"O sector dos edifícios é responsável pelo consumo de aproximadamente 40% da energia final na Europa. No entanto, mais de 50% deste consumo pode ser reduzido através de medidas eficiência energética, o que pode representar uma redução anual de 400 milhões de toneladas de CO2 – quase a totalidade do compromisso da UE no âmbito do Protocolo de Quioto.
Para fazer face a esta situação, os Estados-Membros têm vindo a promover um conjunto de medidas com vista a promover a melhoria do desempenho energético e das condições de conforto dos edifícios. É neste contexto que surge a Directiva nº 2002/91/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de Dezembro, relativa ao desempenho energético dos edifícios.
Os objectivos da Directiva nº 2002/91/CE passam pelo enquadramento geral para uma metodologia de cálculo do desempenho energético integrado dos edifícios, aplicação dos requisitos mínimos para o desempenho energético dos novos edifícios bem como dos grandes edifícios existentes que sejam sujeitos a importantes obras de renovação, certificação energética dos edifícios e a inspecção regular de caldeiras e instalações de ar condicionado nos edifícios e, complementarmente, a avaliação da instalação de aquecimento quando as caldeiras tenham mais de 15 anos. Destaque para a necessidade da implementação de um sistema de certificação energética de forma a informar o cidadão sobre a qualidade térmica dos edifícios, aquando da construção, da venda ou do arrendamento dos mesmos, permitindo aos futuros utilizadores a obtenção de informações sobre os consumos de energia potenciais (para novos edifícios), reais ou aferidos para padrões de utilização típicos (para edifícios existentes)." (cit. in ADENE)
Com o Sistema de Certificação Energética (SCE), os edifícios são avaliados em nove diferentes categorias, que vão da classe A+ até à G (conforme a imagem de cima sugere) e aparecem no documento certificador representadas por barras coloridas, tal como acontece já com alguns electrodomésticos.
O objectivo deste sistema não é mais que aumentar em mais de 30% a eficiência energética dos edifícios, uma vez que este sector é responsável pelo consumo de aproximadamente 40% da energia final.
Nas inspecções a realizar no âmbito da certificação são analisadas características que vão desde a utilização de energias alternativas, vidros duplos, palas nas janelas ou isolamento térmico.
O certificado inclui também obrigatoriamente um registo de propostas com vista à eventual melhoria do desempenho energético, incluindo o investimento estimado para o efeito. Estas medidas têm um carácter de mero aconselhamento, não sendo obrigatória a sua execução, mas a lei prevê incentivos fiscais nos casos dos edifícios classificados como A+ ou A, ou ainda para as despesas efectuadas com vista a melhorar a eficiência energética das construções.
Quem classifica?
As entidades responsáveis pelo SCE são a Direcção-Geral de Geologia e Energia e o Instituto do Ambiente, que atribuíram a gestão do sistema à Agência para a Energia (Adene), entidade que faz a gestão do processo e emite os certificados. Foi também criada uma bolsa de peritos qualificados para o efeito, resultado de um protocolo com as ordens dos Arquitectos e dos Engenheiros e a Associação Nacional dos Engenheiros Técnicos. (texto recolhido de várias fontes)
links:
ADENE
ETAPAS DA CERTIFICAÇÃO
CLASSES DE DESEMPENHO ENERGÉTICO






